sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Como é bom encontrar um sorriso
raro, singelo, envolto e profundo
em meio à chula sisudez do mundo.

SIM

Não se brinca com as cores,
os sons e os aromas do destino
Não se pode adiar o afeto,
a dor e a nostalgia do futuro.

A manhã nebulosa se rende ao sol
O calor se converte em velhice
O velho volta a ser criança
e não se vive como na infância.

O que é não pode, sim, virar sim
na linda estética da dialética
que gira o mundo em espiral
e pára pela força do beijo e do Sim.